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Fanny Melo caminhando em uma rua de Minas Gerais, acenando
Plano de Propostas · Candidata a
Deputada Federal

Desenvolver, cuidar e incluir

Um mandato para cuidar das pessoas, valorizar quem trabalha e construir uma Minas e um Brasil mais justo, inclusivo e sustentável.

2060 Esse é o número
pra votar em Fanny
Fanny Melo Deputada Federal · 2060
Sobre a candidata

Sou Fanny Ferreira Melo

... mineira de Patos de Minas, filha de pequenos produtores rurais e uma entre seis irmãos. Sou casada com Eduardo Maia, mãe do Pedro e do Henrique e tenho duas filhas do coração, Clara e Marina.

Vivi parte da infância na roça e estudei na escola rural de Santiago, distrito de Presidente Olegário. Meus pais, Joana e Júlio, deixaram o campo em busca de oportunidades. Mesmo trabalhando e cuidando dos filhos, voltaram a estudar, concluíram o supletivo e se tornaram servidores públicos: minha mãe, professora; meu pai, técnico do IBGE.

O exemplo dos meus pais me ensinou que a educação pública muda a história de uma família. Estudei em escola pública, formei-me na Universidade Federal de Viçosa e fiz mestrado na Universidade Federal de Uberlândia. Depois, não parei mais de estudar: fiz graduação em Gestão Pública e inúmeras pós-graduações em áreas como direito constitucional, assistência social, gestão, saúde e segurança pública.

Trabalhei como engenheira na iniciativa privada em empresas nacionais e multinacionais e, em 2003, assumi por concurso público, o cargo de oficial do Ministério Público de Minas Gerais. Desde então, atuo na defesa das pessoas com deficiência, das pessoas idosas, das crianças e dos adolescentes e nas áreas da saúde e da educação. Também atuo como professora e participo de entidades que protegem e promovem famílias vulneráveis e trabalhadores.

Conheço a realidade do campo e da cidade, da indústria e do serviço público. Sou candidata a Deputada Federal para representar quem trabalha, cuida, produz e luta todos os dias por oportunidade e dignidade.

Quero defender o desenvolvimento dos municípios mineiros, fortalecer os serviços públicos e ajudar a construir uma nação mais justa, onde o trabalho seja valorizado, os direitos sejam respeitados e ninguém seja deixado para trás.

Conheça nossas propostas para “desenvolver, cuidar e incluir” Minas e Brasil.

Sumário

Um mandato para cuidar das pessoas

Navegue diretamente pelos 19 eixos do plano de propostas de Fanny Melo para Minas e o Brasil.

Plano de propostas

Desenvolver, cuidar e incluir Minas e o Brasil

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1

Justiça social — direitos para quem mais precisa

  • Defender o combate à pobreza, à fome e às desigualdades sociais e regionais.
  • Fortalecer o SUS, SUAS, educação pública, previdência e assistência social.
  • Defender políticas públicas de moradia digna e regularização fundiária.
  • Ampliar o financiamento federal de CRAS, CREAS e demais equipamentos da rede de proteção social.
  • Defender orçamento público que priorize direitos sociais e investimentos que melhorem efetivamente a vida das pessoas.
  • Trabalhar por uma tributação mais justa e progressiva, fazendo com que quem possui maior capacidade econômica contribua proporcionalmente mais.
  • Combater privilégios, desperdícios, corrupção e utilização do dinheiro público para interesses particulares.
2

Quem cuida também precisa ser cuidado

Esta será uma das marcas do mandato: reconhecer o cuidado como trabalho socialmente indispensável e proteger quem abre mão de renda, carreira e tempo para cuidar de outra pessoa.

  • Criar a Renda Cidadã do Cuidado, buscando assegurar renda mínima de um salário mínimo às mães atípicas e demais responsáveis pelo cuidado permanente de pessoas com deficiência, pessoas idosas ou outras pessoas em condição de dependência ou vulnerabilidade.
  • Criar um Sistema Nacional de Registro do Trabalho de Cuidado, para reconhecer e contabilizar o período dedicado ao cuidado para fins de proteção previdenciária e aposentadoria.
  • Defender políticas de proteção previdenciária para cuidadores familiares.
  • Ampliar serviços públicos de apoio e acolhimento às famílias cuidadoras.
  • Defender políticas de saúde mental, descanso e apoio psicossocial para quem cuida.
  • Incentivar políticas que permitam conciliar trabalho, maternidade, cuidado e vida familiar.

Cuidar de quem precisa não pode significar abrir mão do próprio futuro.

3

Crianças e adolescentes — creche, educação e proteção

  • Trabalhar para assegurar creche para todas as crianças que necessitem de vaga.
  • Ampliar o financiamento federal para tornar a educação em tempo integral uma realidade acessível a todas as crianças e adolescentes.
  • Fortalecer o Fundeb e os investimentos federais na educação básica.
  • Apoiar a expansão de creches, escolas e infraestrutura educacional nos municípios.
  • Defender alimentação escolar saudável e adequada.
  • Ampliar políticas de proteção contra violência, exploração e abandono.
  • Fortalecer Conselhos Tutelares e a rede de proteção à infância.
  • Defender políticas públicas de esporte, cultura, formação profissional e primeiro emprego para adolescentes e jovens.
4

Serviço público forte. Servidor valorizado.

O Pacto pelo Serviço Público reivindica concurso, valorização salarial, negociação permanente, modernização das carreiras, proteção física e psicológica e enfrentamento à precarização.

  • Defender o concurso público como regra de ingresso e combater a substituição indiscriminada de servidores por vínculos precários.
  • Defender a estabilidade, protegendo o servidor contra perseguições e interferências político-partidárias.
  • Combater reformas administrativas que retirem direitos, precarizem os serviços ou enfraqueçam o Estado.
  • Defender revisão geral, valorização remuneratória e desenvolvimento nas carreiras.
  • Defender a negociação coletiva no serviço público, com regulamentação da Convenção 151 da OIT, por meio da aprovação do PL 1893/2026.
  • Defender a implementação do Marco Regulatório das Relações de Trabalho no Serviço Público.
  • Defender a democratização da gestão das instituições públicas brasileiras, com a ampliação da participação dos servidores públicos efetivos na escolha de seus dirigentes, assegurando-lhes direito a voto.
  • Defender a participação efetiva e paritária dos servidores públicos e dos usuários nos conselhos e demais órgãos colegiados das instituições públicas, assegurando representação legítima, direito a voz e voto, transparência nos processos de escolha e condições para o exercício independente do mandato.
  • Fortalecer sindicatos e assegurar liberdade sindical.
  • Combater assédio moral, sexual, discriminação e todas as formas de violência no serviço público.
  • Defender políticas de saúde física e mental e prevenção ao adoecimento relacionado ao trabalho.
  • Defender aposentadorias dignas e segurança previdenciária.
  • Apoiar modernização, digitalização e uso responsável da inteligência artificial, sem substituir pessoas, retirar direitos ou transformar tecnologia em instrumento de cobrança desumana de produtividade.
5

Trabalho digno — direito de trabalhar e direito de viver

  • Defender a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e o fim da escala 6x1.
  • Defender salários dignos e valorização do salário mínimo.
  • Combater precarização, trabalho análogo à escravidão e fraudes trabalhistas.
  • Defender liberdade sindical e negociação coletiva.
  • Trabalhar pela plena implementação da Convenção 190 da OIT, assegurando ambientes de trabalho livres de violência e assédio.
  • Defender saúde, segurança e dignidade no ambiente de trabalho.
  • Ampliar qualificação profissional e políticas de primeiro emprego.
  • Proteger trabalhadores autônomos e informais.
  • Apoiar pequenos empreendedores, artesãos, feirantes e trabalhadores da economia popular.

Trabalhar para viver. Não viver apenas para trabalhar.

6

Mulheres — proteção, autonomia e igualdade

  • Combater todas as formas de violência contra as mulheres.
  • Ampliar recursos para Delegacias Especializadas, Casas da Mulher Brasileira e redes municipais de proteção.
  • Defender igualdade salarial entre mulheres e homens.
  • Ampliar creches e educação integral como instrumentos de autonomia econômica das mulheres.
  • Criar políticas específicas para mães solo e mães atípicas.
  • Ampliar crédito e apoio ao empreendedorismo feminino.
  • Defender políticas de qualificação, emprego e geração de renda.
  • Ampliar a participação feminina nos espaços de poder e decisão.
  • Fortalecer políticas de saúde integral da mulher.
7

Pessoas com deficiência — inclusão de verdade

A Carta-Compromisso apresentada à candidatura reivindica participação das próprias pessoas com deficiência na construção das políticas públicas e medidas concretas para acessibilidade, tecnologias assistivas e inclusão econômica.

  • Criar um Programa Nacional de Acessibilidade Plena, abrangendo acessibilidade arquitetônica, urbana, comunicacional e digital.
  • Defender redução ou isenção tributária para tecnologias assistivas e produtos de acessibilidade, reduzindo o custo da inclusão.
  • Defender justiça tributária para pessoas com deficiência.
  • Ampliar acesso ao diagnóstico, habilitação, reabilitação, terapias, medicamentos e tecnologias assistivas pelo SUS.
  • Garantir educação inclusiva com profissionais capacitados, recursos adequados, acessibilidade e atendimento educacional especializado.
  • Restabelecer as escolas especializadas como política pública permanente, assegurando às famílias o direito de escolha entre o ensino especializado e a rede regular inclusiva.
  • Fortalecer políticas de empregabilidade e cumprimento da Lei de Cotas.
  • Aperfeiçoar a Lei de Cotas para alcançar especialmente pessoas que enfrentam maiores barreiras para ingresso no mercado de trabalho.
  • Fortalecer paradesporto e políticas de cultura e lazer acessíveis.
  • Garantir protagonismo: nenhuma política sobre pessoas com deficiência sem ouvir as pessoas com deficiência.
8

BPC — trabalhar não pode significar perder proteção

  • Defender o fortalecimento do Benefício de Prestação Continuada — BPC.
  • Construir mecanismos para que o ingresso da pessoa com deficiência no mercado formal não provoque perda abrupta da proteção social.
  • Defender regras que permitam conciliar benefício, trabalho e autonomia financeira.
  • Criar mecanismos de transição e retorno simplificado ao benefício quando cessada a renda proveniente do trabalho.
  • Rever critérios econômicos excessivamente restritivos para acesso ao BPC, considerando os custos reais da deficiência e da dependência, e não apenas a renda nominal da família.
  • Defender avaliação biopsicossocial humanizada, acessível e sem burocracia excessiva.

Conseguir trabalhar deve significar conquistar autonomia e não perder segurança.

9

Bolsa Família — emprego não pode punir a família

  • Defender o Bolsa Família como instrumento permanente de proteção à infância e enfrentamento à pobreza.
  • Criar mecanismos para assegurar a renda cidadã evitando a perda abrupta do benefício quando alguém da família consegue emprego formal ou aumenta sua renda.
  • Defender período e teto de renda mínima adequados de transição para famílias que ingressam no mercado de trabalho.
  • Garantir proteção especial às famílias com crianças, adolescentes, pessoas com deficiência e pessoas dependentes.
  • Incentivar emprego e autonomia, sem criar o medo de que a formalização do trabalho deixe imediatamente os filhos sem proteção.

Carteira assinada precisa abrir portas — não retirar o chão da família.

10

Pessoas idosas — envelhecer com dignidade

  • Defender previdência pública e aposentadoria digna.
  • Fortalecer o SUS e ampliar atendimento especializado à população idosa.
  • Combater violência física, psicológica, patrimonial e financeira.
  • Fortalecer políticas de atendimento domiciliar.
  • Apoiar centros de convivência e envelhecimento ativo.
  • Ampliar inclusão digital e educação financeira.
  • Fortalecer políticas para pessoas idosas em situação de dependência e suas famílias cuidadoras.
  • Combater abandono e institucionalização inadequada.
11

Pequenos produtores e agricultura familiar

  • Fortalecer o PRONAF e o crédito rural para pequenos produtores.
  • Ampliar assistência técnica e extensão rural.
  • Fortalecer programas públicos de aquisição de alimentos da agricultura familiar.
  • Incentivar cooperativas e associações.
  • Facilitar a regularização e comercialização da produção artesanal e familiar.
  • Apoiar agroindústrias familiares.
  • Ampliar conectividade, energia, água, estradas e infraestrutura no campo.
  • Criar mecanismos de proteção diante de eventos climáticos e perdas de produção.
  • Valorizar mulheres e jovens rurais e incentivar sua permanência no campo.
  • Defender produção sustentável e segurança alimentar.
12

Feirantes, artesãos e pequenos empreendedores

O plano utilizado como referência também reconhece a necessidade de proteção a feirantes, ambulantes e pequenos empreendedores urbanos.

  • Ampliar microcrédito e crédito com juros acessíveis.
  • Simplificar burocracias.
  • Apoiar a modernização e infraestrutura das feiras livres.
  • Incentivar espaços permanentes para comercialização.
  • Valorizar o artesanato mineiro como patrimônio econômico, cultural e turístico.
  • Ampliar acesso a capacitação, tecnologia e comércio digital.
  • Incentivar compras governamentais da agricultura familiar, artesãos, cooperativas e pequenos negócios.
  • Criar condições para que quem produz pequeno possa crescer sem ser esmagado pelos grandes.
13

Saúde pública — SUS forte e perto das pessoas

  • Defender financiamento adequado e permanente do SUS.
  • Trabalhar pela atualização e valorização da Tabela SUS.
  • Fortalecer Santas Casas, hospitais filantrópicos e hospitais regionais.
  • Ampliar atenção básica e saúde da família.
  • Reduzir filas para consultas, exames e cirurgias.
  • Fortalecer saúde mental e CAPS.
  • Ampliar políticas de prevenção e atendimento às doenças crônicas.
  • Incentivar telemedicina e tecnologia para ampliar o atendimento no interior, sem substituir o atendimento presencial quando necessário.
  • Destinar emendas parlamentares para fortalecer a rede de saúde dos municípios mineiros.
14

Desenvolvimento econômico — emprego e oportunidades em Minas

  • Trabalhar para atrair investimentos e gerar empregos de qualidade em Minas Gerais.
  • Apoiar micro e pequenas empresas.
  • Incentivar indústria, inovação, tecnologia e economia criativa.
  • Fortalecer turismo, cultura e economia regional.
  • Incentivar formação profissional conectada às vocações econômicas de cada região.
  • Defender infraestrutura logística, rodoviária, ferroviária e digital.
  • Incentivar cadeias produtivas mineiras e agregação de valor aos produtos produzidos no Estado.
  • Defender uma transição energética que gere novos empregos.
  • Buscar desenvolvimento econômico com responsabilidade social e ambiental.
15

Cultura viva, memória preservada e financiamento permanente para as tradições populares

As festas, celebrações, saberes e manifestações das culturas tradicionais e populares preservam nossa memória coletiva, fortalecem a identidade das comunidades, movimentam a economia local e transmitem conhecimentos entre gerações. Congados, reinados, guardas de Moçambique, folias de reis, festas juninas e quadrilhas, festas religiosas e de padroeiros, festejos indígenas, afro-brasileiros, quilombolas, sertanejos, rurais e tantas outras expressões culturais não podem depender apenas da boa vontade de cada governo ou de editais esporádicos.

  • Criar uma política pública nacional, permanente e descentralizada de proteção e financiamento das culturas tradicionais e populares, com recursos continuados da União e participação dos estados e municípios.
  • Garantir dotação anual no orçamento federal e uma linha específica e permanente no Fundo Nacional da Cultura, com critérios transparentes de distribuição e prioridade para pequenos municípios, comunidades tradicionais e manifestações ameaçadas de desaparecimento.
  • Assegurar financiamento plurianual para que associações, irmandades, guardas, ternos, grupos, coletivos e comunidades possam planejar suas atividades com antecedência e não precisem recomeçar a busca por recursos todos os anos.
  • Apoiar a realização, a continuidade e a transmissão entre gerações de congados, reinados, guardas de Moçambique, folias de reis, festas juninas e quadrilhas, festas de matriz africana, indígenas, quilombolas, sertanejas, rurais, religiosas e demais celebrações que formam a diversidade cultural mineira e brasileira.
  • Simplificar editais, inscrições, prestação de contas e exigências documentais, oferecendo busca ativa, orientação técnica e formas de contratação adequadas à realidade de grupos comunitários, inclusive daqueles que não possuem CNPJ ou estrutura administrativa.
  • Instituir apoio direto e bolsas para mestres e mestras das culturas tradicionais e populares, capitães, festeiros, artesãos, músicos, dançantes, cozinheiras tradicionais e demais detentores de saberes, reconhecendo sua contribuição e garantindo condições dignas para a transmissão de seus conhecimentos.
  • Financiar não apenas os eventos, mas toda a cadeia cultural: instrumentos, indumentárias, estandartes, adereços, transporte, alimentação, hospedagem, ensaios, formação, acessibilidade, comunicação, segurança, infraestrutura e manutenção das sedes e espaços comunitários.
  • Criar um calendário nacional integrado das festas e celebrações tradicionais, respeitando a autonomia das comunidades, para ampliar a divulgação, o intercâmbio cultural e o turismo responsável, sem descaracterizar, comercializar indevidamente ou retirar das comunidades o protagonismo sobre suas tradições.
  • Desenvolver programas permanentes de identificação, inventário, registro, documentação, digitalização e preservação da memória oral, musical, fotográfica e audiovisual das comunidades, com criação de acervos públicos e comunitários.
  • Destinar recursos para restaurar e conservar igrejas, capelas, terreiros, sedes de guardas, estações, praças, mercados, conjuntos arquitetônicos, arquivos, objetos sagrados e outros bens materiais vinculados à memória e ao patrimônio histórico e cultural.
  • Fortalecer os instrumentos de reconhecimento, registro e salvaguarda do patrimônio cultural imaterial, garantindo que as próprias comunidades participem das decisões e autorizem o uso de suas imagens, símbolos, conhecimentos e expressões culturais.
  • Inserir a história, os saberes e as manifestações culturais locais nos projetos pedagógicos da educação básica, em articulação com as comunidades, valorizando as culturas afro-brasileiras, indígenas e populares e cumprindo as diretrizes da educação para as relações étnico-raciais.
  • Promover o encontro entre escolas, mestres da cultura e grupos tradicionais, com oficinas, visitas, apresentações, produção de materiais didáticos e remuneração justa das pessoas responsáveis pela transmissão dos saberes.
  • Garantir acessibilidade nas festividades e nos espaços culturais, com audiodescrição, Libras, comunicação acessível, rotas adequadas e condições de participação para pessoas idosas e com deficiência.
  • Estabelecer proteção contra a intolerância religiosa, o racismo e a discriminação, especialmente em relação às manifestações de matrizes africanas, afro-brasileiras, indígenas, quilombolas e de outros povos e comunidades tradicionais.
  • Criar indicadores e mecanismos de controle social para acompanhar a distribuição territorial e social dos recursos, assegurando a participação dos grupos tradicionais nos conselhos, comissões e decisões sobre as políticas culturais.
  • Articular cultura, educação, turismo, economia solidária e desenvolvimento regional, estimulando o trabalho de artesãos, costureiras, músicos, agricultores familiares, cozinheiras, comerciantes e demais trabalhadores locais, sem transformar as tradições em simples mercadoria.

Nosso compromisso é claro: tradição não é lembrança do passado — é identidade viva, trabalho, fé, memória e futuro. Cultura popular não precisa de favor; precisa de respeito, proteção e financiamento permanente.

16

Tarifa zero — transporte como direito

  • Trabalhar pela criação de uma Política Nacional de Tarifa Zero, com financiamento compartilhado e apoio federal aos municípios.
  • Buscar fontes permanentes e socialmente justas de financiamento do transporte coletivo.
  • Priorizar municípios e populações de maior vulnerabilidade na implantação progressiva.
  • Vincular recursos federais à qualidade, acessibilidade, segurança e regularidade do transporte.
  • Incentivar integração entre ônibus, metrô, trens e demais modais.
  • Defender transporte coletivo acessível às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
  • Investir em mobilidade ativa, ciclovias e segurança para pedestres.

O direito de ir e vir não pode depender do dinheiro que sobra no bolso.

17

Cidades inteligentes, sustentáveis e humanas

  • Criar e apoiar programas federais para Cidades Inteligentes, especialmente pequenos e médios municípios.
  • Universalizar internet e conectividade.
  • Incentivar iluminação pública inteligente e eficiente.
  • Apoiar energia solar e outras fontes renováveis.
  • Ampliar saneamento básico e acesso à água potável.
  • Apoiar projetos de drenagem urbana e prevenção de enchentes.
  • Incentivar arborização, parques urbanos e recuperação de áreas degradadas.
  • Apoiar projetos de cidades-esponja e infraestrutura verde.
  • Usar tecnologia para melhorar saúde, educação, mobilidade, segurança e atendimento público.
  • Defender planejamento para enfrentar eventos climáticos extremos.

Cidade inteligente é aquela que usa tecnologia para cuidar melhor das pessoas.

18

Minas Gerais forte em Brasília

  • Defender os interesses dos 853 municípios mineiros no Congresso Nacional.
  • Buscar recursos federais para saúde, educação, assistência social, infraestrutura, agricultura e desenvolvimento.
  • Destinar emendas parlamentares com critérios transparentes e prioridade social.
  • Priorizar municípios e comunidades historicamente menos atendidos.
  • Criar canal permanente para apresentação de projetos pelos municípios e entidades sociais.
19

Um mandato participativo, transparente e presente

  • Criar canais permanentes de participação popular.
  • Realizar encontros regionais periódicos em Minas Gerais.
  • Manter diálogo permanente com sindicatos, associações, movimentos sociais, entidades empresariais, universidades e organizações comunitárias.
  • Criar espaços específicos de participação de mulheres, pessoas com deficiência, idosas, trabalhadores, servidores, juventude, agricultores familiares, artesões, coletivos culturais, artísticos e históricos.
  • Consultar a população sobre prioridades para destinação de parte das emendas parlamentares.
  • Publicar informações sobre votos, projetos, recursos e atuação parlamentar.
  • Estar em Brasília para defender Minas e estar em Minas para ouvir as pessoas.
Desenvolver, cuidar e incluir

Brasília precisa ouvir quem acorda cedo, trabalha, cuida e produz

Cuidar de pessoas, valorizar quem trabalha e defender serviços públicos é promover crescimento econômico com proteção social — caminho certo para o desenvolvimento real e duradouro. Minas Gerais tem força, história e futuro. Nós podemos — e vamos — crescer sem deixar ninguém para trás.

  • Mais oportunidades para quem produz e empreende.
  • Mais proteção e dignidade para quem mais precisa.
  • Mais respeito e voz ativa para o povo mineiro no Congresso Nacional.

FANNY MELO — DEPUTADA FEDERAL — 2060
Coragem para mudar, sensibilidade para cuidar!